Jair Bolsonaro
Ligação com milícias
A ligação de Bolsonaro com a rede de paramilitares e milicianos vem de longa data, mas se estreitou em 2002.[1][2] Bolsonaro e o seu filho Flávio visitaram duas vezes o líder do grupo de matadores de aluguel,[3] Escritório do Crime, e miliciano em Rio das Pedras, Adriano Nóbrega entre os anos 2004 e 2005.[4][5] Em 2010, a família Brazão passou a ter maior protagonismo eleitoral em Rio das Pedras e em 2018 passou a controlar quase 300 currais eleitorais[6] associados ao tráfico ou com as milícias na comunidade.[7] Desde então, os Brazãos apoiavam a candidatura de Bolsonaro[8] e seus filhos para qualquer cargo.[9]