Nikolas Ferreira
Pandemia de COVID-19
Nikolas Ferreira se opôs a muitas das medidas de proteção e contenção decretadas durante a pandemia de COVID-19. Em maio de 2020, em plena pandemia, publicou o vídeo "A hipocrisia do 'Fique em Casa'", gravado na Comunidade do Cabana, em Belo Horizonte, que viralizou entre os apoiadores de Jair Bolsonaro, contrários ao isolamento social como medida de prevenção da COVID-19. No vídeo, Ferreira contrastou depoimentos de moradores com vídeos de artistas produzidos durante o isolamento.[1] No início de dezembro de 2020, publicou um vídeo que viralizou nas redes sociais, afirmando ao apresentado pela comunidade científica,[2] que a máscara não é eficaz contra a COVID-19.[3] Em 2021, Ferreira ganhou notoriedade nacional ao ser impedido de visitar o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, por não ter se vacinado contra a COVID-19.[4] Em janeiro de 2021, viu negada pela primeira instância do Poder Judiciário de Minas Gerais uma liminar solicitando a suspensão do decreto municipal que fechou temporariamente os serviços tidos como não essenciais em Belo Horizonte, como medida de proteção contra a propagação da COVID-19. Ferreira alegou que a medida atentava contra a moralidade administrativa devido aos potenciais prejuízos econômicos causados pelo encerramento do comércio, assim como o aumento do desemprego, argumentos não acatados pelo juiz Maurício Leitão Linhares, da 1.ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública Municipal da Comarca de Belo Horizonte, que avaliou o caso.[5] Em 8 de março de 2021, desrespeitou as regras para evitar o contágio por COVID-19, removendo a máscara e discursando sem proteção durante 15 minutos na sessão da Câmara Municipal de Belo Horizonte, saindo do púlpito após o discurso ainda sem máscara.[6] No mesmo mês, criticando proficuamente as medidas de lockdown então em vigor devido à pandemia de COVID-19, impostas pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD), publicou fotos do empresário Lucas Kalil na praia durante o lockdown, afirmando equivocadamente ser o filho do prefeito.[7] Em resposta, o prefeito o apelidou de "criança mal-educada", questionando o respeito do vereador pelos mais velhos e acrescentando que "braveza de garoto, a gente responde com palmada".[8] Em agosto de 2026, voltou a espalhar desinformação em uma postura negacionista sobre as vacinas e a pandemia de COVID-19, com base em um depoimento de Anthony Fauci no Senado dos Estados Unidos.[9][10][11]