Alessandro Vieira brincou de Sergio Moro na CPI do Crime Organizado
Alessandro Vieira brincou de Sergio Moro na CPI do Crime Organizado
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PL-PR
Governador
Sergio Fernando Moro GCRB • GOMM • DMJM (Maringá, 1 de agosto de 1972) é um jurista, ex-magistrado, professor universitário e político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL). É senador da República pelo estado do Paraná desde 2023. Foi juiz federal, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Jair Bolsonaro. É o governador eleito do Paraná, nas eleições de 2026. Graduado em direito pela Universidade Estadual de Maringá em 1995, concluiu o mestrado e o doutorado pela UFPR, onde lecionou direito processual penal. Especializou-se em crimes financeiros. Tornou-se juiz federal em 1996 e trabalhou em casos como o escândalo do Banestado e a Operação Farol da Colina. Foi juiz auxiliar no Supremo Tribunal Federal (STF), tendo assessorado a ministra Rosa Weber durante o julgamento dos crimes relativos ao escândalo do mensalão. Ganhou notoriedade nacional e internacional por comandar, entre março de 2014 e novembro de 2018, o julgamento em primeira instância dos crimes identificados na Operação Lava Jato, envolvendo grande número de políticos, empreiteiros e empresas, como a Petrobras e a Odebrecht. Em 2017, no âmbito dessa operação, condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenação mantida pelo TRF-4, com aumento da pena, e pelo STJ, condenação que foi posteriormente anulada pelo colegiado do STF em 23 de junho de 2021, ratificando a Segunda Turma do tribunal que julgou Moro ter agido com parcialidade em relação ao ex-presidente Lula, e declarando, definitivamente, a suspeição do ex-magistrado no caso. Também o Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas reconheceu a parcialidade de Moro, em abril de 2022. Em novembro de 2018, pediu exoneração da magistratura, após aceitar o convite do então presidente eleito Jair Bolsonaro para ser titular do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Em 20 de novembro de 2018, foi nomeado para compor o Gabinete de Transição Governamental, e, em 1.° de janeiro de 2019, tomou posse como ministro da Justiça e Segurança Pública. Na época, havia recebido denúncias sobre o Esquema de fraudes no INSS, mas não as investigou. Em 24 de abril de 2020, pediu demissão em entrevista coletiva após exoneração do diretor-geral da Polícia Federal (PF) pelo presidente Jair Bolsonaro, o qual Moro acusou de interferência na PF. Atuou na iniciativa privada como advogado e consultor de 2020 a 2021 e como dirigente partidário do Podemos (PODE) em 2022. Nas eleições de 2022, então filiado ao União Brasil, elegeu-se senador pelo Paraná, e nas eleições de 2026 foi eleito governador do mesmo estado pelo Partido Liberal.
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Governador
Fonte: Autos, Processos e Fatos na ImprensaEx-ministro da Justiça de Bolsonaro. Rompeu com o presidente em 2020 acusando-o publicamente de tentar trocar o comando da PF para proteger seus filhos investigados (Flávio nas rachadinhas e Carlos nas Fake News), entregando gravações à PGR.
A tentativa de Bolsonaro de nomear Ramagem como Diretor da PF para substituir Maurício Valeixo foi o estopim da demissão de Moro, levando o STF a barrar a posse de Ramagem por desvio de finalidade.
Conversas reveladas pelo The Intercept comprovaram conluio ilegal entre o juiz Sergio Moro e procuradores da força-tarefa da Lava Jato para direcionar investigações e inviabilizar candidaturas políticas adversárias.
Trajetória histórica documentada. Cada marco possui provas anexadas e status jurídico auditado.
Alessandro Vieira brincou de Sergio Moro na CPI do Crime Organizado
Em livro, Moro critica decisão que beneficiou Flávio em caso de 'rachadinha': 'Temerária'
Da Lava Jato ao Senado, Sergio Moro tenta chegar ao governo do Paraná
Eleito no primeiro turno, Moro diz que venceu “a máquina e as mentiras”
Deputado apoiado por Sergio Moro é alvo da Polícia Federal na Assembleia
Sergio Moro é eleito para o governo do Paraná no primeiro turno
Sergio Moro (PL) é eleito governador do Paraná no 1º turno
Em junho de 2025, a Polícia Federal remeteu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o inquérito da "Operação Sem Desconto", que apura um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) envolvendo descontos indevidos de aposentados e pensionistas. Os nomes do senador Sergio Moro, do ex-min
Uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), aberta pelo PT e pelo PL, acusava Sérgio Moro de ter realizado gastos irregulares ainda na pré-campanha, quando o ex-juiz pretendia disputar a Presidência da República. Ele teria feito gastos milionários com a produção de vídeos e publicidade, pesquisas
Ações de Investigação Judicial Eleitoral movidas pelo PL e pelo PT pleiteando a cassação do mandato de senador de Sergio Moro por suposto abuso de poder econômico nos gastos da pré-campanha presidencial antes de concorrer ao Senado no Paraná.
O advogado Rodrigo Tacla Duran prestou depoimento perante a 13ª Vara Federal de Curitiba relatando tentativa de extorsão por pessoas ligadas ao escritório de advocacia da família de Moro em troca de facilidades na Lava Jato.
O Supremo Tribunal Federal declarou Sergio Moro juiz parcial e suspeito ao julgar os processos da Operação Lava Jato, anulando condenações em virtude do conluio comprovado entre juiz e procuradores do Ministério Público Federal.
Entre a prisão preventiva e a prisão temporária de acusados, para Moro, a temporária é mais apropriada, por considerar uma medida que viabiliza "o melhor exame dos pressupostos e fundamentos da preventiva após a colheita do material probatório na busca e apreensão".[1]
Em novembro de 2016, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Moro disse apoiar as dez medidas contra a corrupção, um projeto de autoria do Ministério Público Federal no combate à corrupção.[1]
Pontuação técnica de todos os casos envolvendo o alvo, categorizados por Casos Comprovados / Condenações, Em Investigação Ativa e Arquivados / Anulados.
Alessandro Vieira brincou de Sergio Moro na CPI do Crime Organizado
Em livro, Moro critica decisão que beneficiou Flávio em caso de 'rachadinha': 'Temerária'
Da Lava Jato ao Senado, Sergio Moro tenta chegar ao governo do Paraná
Eleito no primeiro turno, Moro diz que venceu “a máquina e as mentiras”
Deputado apoiado por Sergio Moro é alvo da Polícia Federal na Assembleia
Sergio Moro é eleito para o governo do Paraná no primeiro turno
Sergio Moro (PL) é eleito governador do Paraná no 1º turno
Em junho de 2025, a Polícia Federal remeteu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o inquérito da "Operação Sem Desconto", que apura um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) envolvendo descontos indevidos de aposentados e pensionistas. Os nomes do senador Sergio Moro, do ex-min
Uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), aberta pelo PT e pelo PL, acusava Sérgio Moro de ter realizado gastos irregulares ainda na pré-campanha, quando o ex-juiz pretendia disputar a Presidência da República. Ele teria feito gastos milionários com a produção de vídeos e publicidade, pesquisas
Ações de Investigação Judicial Eleitoral movidas pelo PL e pelo PT pleiteando a cassação do mandato de senador de Sergio Moro por suposto abuso de poder econômico nos gastos da pré-campanha presidencial antes de concorrer ao Senado no Paraná.
JULGADO IMPROCEDENTE e arquivado por decisão unânime (7 a 0) do plenário do TSE, mantendo o mandato de senador.
O advogado Rodrigo Tacla Duran prestou depoimento perante a 13ª Vara Federal de Curitiba relatando tentativa de extorsão por pessoas ligadas ao escritório de advocacia da família de Moro em troca de facilidades na Lava Jato.
Caso remetido ao Supremo Tribunal Federal em razão do foro por prerrogativa de função do senador Sergio Moro; apurações sob relatoria do ministro Dias Toffoli.
O Supremo Tribunal Federal declarou Sergio Moro juiz parcial e suspeito ao julgar os processos da Operação Lava Jato, anulando condenações em virtude do conluio comprovado entre juiz e procuradores do Ministério Público Federal.
Suspeição confirmada pelo plenário do STF com anulação de atos decisórios e restauração plena dos direitos políticos dos réus.
Entre a prisão preventiva e a prisão temporária de acusados, para Moro, a temporária é mais apropriada, por considerar uma medida que viabiliza "o melhor exame dos pressupostos e fundamentos da preventiva após a colheita do material probatório na busca e apreensão".[1]
Em novembro de 2016, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Moro disse apoiar as dez medidas contra a corrupção, um projeto de autoria do Ministério Público Federal no combate à corrupção.[1]
“Ex-juiz da Lava Jato, Sergio Moro é eleito governador do Paraná no primeiro turno”
“Documento e reportagem comprobatória sobre Corrupção.”
“Documento e reportagem comprobatória sobre Prisão.”
“Documento e reportagem comprobatória sobre Prisão.”
“Documento e reportagem comprobatória sobre Investigações sobre abuso de poder econômico e fraude em delação.”
“Documento e reportagem comprobatória sobre Menção no inquérito de fraudes no INSS.”
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“Moro reclama da posse de Lula por falta de discurso sobre ‘combate à corrupção’”
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“Documento e reportagem comprobatória sobre Corrupção.”
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